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Por que o autoconhecimento é o melhor amigo do branding

17 de outubro de 2017

Branding, você já sabe, é tornar único aquele produto, serviço ou negócio, mesmo que aparentemente existam muitas outras pessoas fazendo exatamente a mesma coisa. Ao investir no posicionamento estratégico – algo que, vale ressaltar, pode se fazer mesmo a custo zero –, sua marca se diferencia da concorrência e passa a ter aquele “algo mais” que só você pode oferecer. Pois bem, é aí que entra o autoconhecimento: apenas mergulhando em sua real e profunda essência será possível definir suas especificidades, seus valores, seus talentos e a maneira de aplicar tudo isso em algo de fato único.

autoconhecimento no branding
imagem branding via Shutterstock

Um bom processo de coaching é um ótimo pontapé inicial {busque um bom profissional, de preferência com indicações de quem já testou na prática e teve resultados, pois o mercado de coachs cresceu indiscriminadamente nos últimos anos}. Mas não é tudo. Leituras variadas sobre ego, modelo mental e inteligência espiritual trazem um importante repertório. Cursos e palestras, online ou offline, em temas diversos como ansiedade, meditação e até Yoga também preparam sua mente para os insights necessários neste percurso. Lembre-se que quanto mais você se conhece, mais estará apto a identificar dons e propósito, os verdadeiros guias de uma marca exclusiva e focada na própria identidade.

Alguns bons nomes a buscar como fontes de referência – em livros, cursos ou redes sociais – na busca do autoconhecimento.

NA AMAZON…
Cada um a seu modo e com seu foco, vale buscar os livros de Sri Prem Baba, Eckhart Tolle, Brené Brown, Don Miguel Ruiz Jr. (Os Quatro Compromissos é leitura obrigatória para todos!) e Daniel Goleman.

NO INSTA-STORIES…
As explicações astrológicas de @invertisa e a teoria da yoga de @yogalifestylebr trazem ótimas inspirações sobre sua real essência.

NOS ENCONTROS PRESENCIAIS…
Vale conferir a ótima programação do Espaço Natividade, em São Paulo, com cursos rápidos baseados em yoga, meditação e autoconhecimento em geral. Lembre também que, a partir deste segundo semestre de 2017, a programação Amo Branding passou a ter (ainda mais) foco no base do autoconhecimento. Ao assumir que “a marca é a alma do negócio e a alma é a marca do negócio”, os encontros se baseiam também em temas relacionados a ego, propósito e modelo mental no uso das estratégias de posicionamento.


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Quatro valiosas lições de branding para sua marca

9 de março de 2017

Posicionamento de marca, você já sabe, não é uma ciência exata. Não há fórmulas nem receitas prontas com uma lista de decisões que servirão da mesma forma para diferentes negócios – cada caso é um caso, vale sempre lembrar. Toda e qualquer ação trará perdas e ganhos: é preciso colocar na balança e ver, em seu caso, qual para qual lado cada escolha vai pender. Mas existem lições de branding que sempre significarão resultados mais positivos. E pulando a fase do tentativa e erro, que costuma ensinar, a lista abaixo traz quatro delas!

lições de branding
imagem menininha estudando via Shutterstock

MUDEI, E AGORA?!
Reposicionamento de marca não se comunica com palavras. Você pode até querer fazer textão, contar, explicar, mal não faz. Mas rebranding se torna percebido graças ao combo “ação + repetição + persistência”. O que é feito repetida e consistentemente vale mais do que um milhão de caracteres!

NETWORKING ENCURTA CAMINHOS
Fortalecer uma marca é, sim, mais fácil para quem socializa na medida certa – com estratégia, moderação, sem oba-oba. Contatos e relacionamentos ajudam muito na comunicação de imagem, sem dúvida. Aposte, invista, insista.
p.s. mas, até para exemplificar que nada é 0-100% no branding, vale citar a teoria anti-networking do ótimo livro Show Your Work, que garante que é possível ter ótimos resultados apenas com um ótimo trabalho.

NA LINHA DO TEMPO
Unidade. Esta é a palavra-chave quando se fala de branding – pessoal, inclusive – ao longo do tempo. O importante é ter um fio condutor, aquela linha que costurará a história de uma marca, mesmo que ela tenha diferentes fases e focos no decorrer dos anos (e são grandes as chances de que ela tenha, afinal). Busque sempre a tal coerência e as eventuais mudanças jamais terão efeito negativo.

O FOCO NA COMUNICAÇÃO
Uma das dúvidas mais recorrentes do branding diz respeito ao nicho. Vale sempre reforçar que, não, um negócio não precisa – nem deve – se ater a um único produto ou serviço como saída exclusiva para ter uma marca forte. O foco está muito mais na comunicação, ou seja, na maneira como sua empresa será reconhecida pelo mundo. Sim, mas convém evitar exageros, pois o posicionamento inclui fazer escolhas e abrir mão de alguns pontos.
obs. exemplificando para deixar mais claro: sua lanchonete especialista em coxinhas pode e deve ter um ótimo cardápio de sucos e aquele brownie que é sinônimo de excelência em sobremesas. Mas, na comunicação, será preciso definir se você deseja ser “A” referência em coxinhas, em sucos ou em brownies – dificilmente uma única marca será especialista nos três!


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A aula de branding das marcas de luxo na moda

16 de fevereiro de 2017

Pouco importa se o seu negócio é uma grande empresa, uma pequena lanchonete ou uma profissão liberal, as estratégias das marcas de luxo do mercado de moda podem te inspirar muito. Fortes exemplos de construção de identidade, elas precisam justificar os altos preços cobrados se distanciando ao máximo do conceito de commodity (a ideia é que você deseje a marca X e não a funcionalidade do produto vendido por ela). A grande chave para esta diferenciação? Prestação de serviço.

Mesmo para quem vende apenas produtos, é o serviço que fala mais alto. É o serviço que consegue agregar valor que não tem preço. É o serviço que torna único mesmo aquilo que todo mundo faz. Aquela espécie de aura mágica que justifica itens vendidos – e até disputados – por muitas cifras se baseia em cuidado, em atendimento e em criatividade.

Eis seis comportamentos das marcas de luxo que podem inspirar ações do seu negócio…

aula de branding das marcas de luxo
imagem Rodeo Drive via Shutterstock

HUMANIZE COM PERSONAGENS INSPIRADORES
O aspiracional tem perdido força e a loja que intimida não é mais uma atitude inteligente (sim, já foi no passado). Mas, ainda assim, o ser humano precisa de ícones para se espelhar. Buscar estas representantes é estratégia comum na moda, que usa celebridades, it girls e formadoras de opinião para vestirem suas peças e despertarem desejo de clientes.

FOQUE NO ATENDIMENTO IMPECÁVEL
Ultra-personalizado. Assim é o atendimento nas marcas de luxo, que por meio de eventos, lançamentos fechados e mimos para clientes fiéis faz com que todas se sintam especiais. Da forma e na escala que puder, busque oferecer este cuidado a quem consome seus produtos. Muitas vezes não é necessário nada revolucionário: uma resposta rápida já faz parte desta ideia.

CONHEÇA {DE VERDADE} SEU CLIENTE
Nos anos 90, a Daslu era um verdadeiro case de branding e sucesso na moda brasileira. A marca foi pioneira em ter programas de computador que registravam em um banco de dados todos os pedidos feitos. Com isso, se mapeava o perfil de compras de cada um, o que possibilita ações de marketing de relacionamento. Saiba para quem você vende e o que este comprador prioriza, gosta, valoriza.

BUSQUE OFERECER A EXPERIÊNCIA COMPLETA
Ainda sobre a Daslu dos anos 90: a loja era uma espécie de ponto de encontro, no qual as pessoas se encontravam, conversavam, tomavam um café e até… compravam! Ainda que hoje as pessoas tenham outra velocidade e que as compras online sejam uma realidade muito mais comum, é possível pensar na experiência de compra como um todo. E isso inclui fazer o cliente se sentir bem e à vontade, seja em um espaço físico ou na navegação no site.

AHHH, A GENTILEZA!
Fiéis compradoras recebem cartões de agradecimento, presentes no aniversário (presente mesmo! desconto não entra nesta exemplo, já que ele também pode ser visto como uma chamada para “gastar 90%”!) e convites especiais. Este trabalho corpo-a-corpo prestigia quem te prestigia – e quem não gosta de se sentir especial?!

O ESTOQUE IDEAL
Claro que este conceito não se aplicará exatamente a todos os mercados ou modelos de negócio, mas marcas de luxo costumam ter grande variedade e quantidade reduzida por peças. Além de garantir mais exclusividade a quem consome, a estratégia estimula novas visitas e novas compras. Aí, vale lembrar da aplicação da Lei de Pareto, o princípio 80/20: 80% de seu faturamento virá de 20% de seus clientes.


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