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Como criar uma marca forte em seu negócio

21 de maio de 2015

E aí você decide lançar seu próprio negócio, empreender, seguir carreira solo. E, claro, planeja ter uma marca única, forte, diferente da concorrência. Define que não será refém da desumana questão oferta x demanda na hora de estipular seus preços, caminho que tende a tornar os negócios cada vez menos lucrativos. Você quer que sua marca se destaque. Eis dez passos rápidos que ajudam a entender como criar uma marca forte…

como criar uma marca forte

TENHA UM PROPÓSITO REAL
Foco, ponto crucial em uma marca que se destaca na multidão, é algo que surge quando você sabe por que quer trabalhar naquele projeto, naquela ideia. Sem falar que é o que permite que se trabalhe mais e/ou melhor, sempre. A evolução vem de um propósito.

O QUE VOCÊ FAZ QUE TODO MUNDO ELOGIA?
Não importa se é uma eupresa ou se os planos iniciais já englobam um negócio maior: parte do fundador o embrião inicial, certo? Paixão, conhecimento, dedicação e disciplina vêm de maneira muito mais natural quando a ideia começa de um talento natural. Você fala bem? Faz um brigadeiro que é unanimidade entre todos que te conhecem? Tem talento para artes? Pense nisso. Geralmente, quando o ponto de partida é aquela sua especialidade que todo mundo elogia, fica mais fácil criar e posicionar uma marca única.

Make Your Mark

NÃO INVENTE ALGO, CONSERTE ALGO
Teóricos e autores defendem a ideia de melhorar ideias que já existem – falei sobre inovação incremental neste post. Mas não se esqueça de trabalhar a SUA marca e JAMAIS caia na preguiça do mero copy & paste. O genérico será sempre o genérico.

PENSE NA EXPERIÊNCIA
Vá além do seu produto/serviço, mergulhe nos detalhes. A marca que envolve e fideliza clientes, fazendo com que eles de fato vistam a camisa, é aquela que convida o consumidor para participar, é aquela que o escuta, o observa de verdade. Buscando, assim, muito mais do que uma venda, uma experiência completa, que não termina quando a venda é fechada.

Make Your Mark

SEJA MAIS QUE UMA EMPRESA, TENHA UMA CAUSA
O que te move? {lucros, sucesso e coisas do gênero não são respostas plausíveis neste contexto!} Conectar-se com seus clientes em um nível mais profundo, entender o que eles buscam de verdade e saber o que o mercado precisa são maneiras de colocar o cliente em primeiro lugar. E encontrar, assim, a causa que te move.

EXCELÊNCIA É A PALAVRA
Tecla na qual nunca se deve parar de bater quando se é empreendedor. A diferença entre o mediano e o ótimo está em pequenos detalhes. Não há outra maneira de destacar uma marca em um mercado na concorrência atual.

Make Your Mark

DIVIDA SUA EXPERTISE
Blogs, colaborações para publicações, e-books, bate-papos, são tantos os formatos de dividir, gratuita e genuinamente, sua capacidade. Não é por mero altruísmo, encare como a mais poderosa e forte vitrine do seu negócio.

ATENÇÃO À ESTÉTICA
Exageros poluem, escolhas incoerentes comunicam atributos errados, falta de padrão atrapalha no posicionamento e aparência descuidada – no site, no espaço, nos materiais – passa falta de profissionalismo.

Make Your Mark

PALAVRAS PROIBIDAS
Ego, reclamação em série, egoísmo {de não compartilhar informações, por exemplo}, falta de ética, plágio. Mancham a imagem pessoal e corporativa de qualquer profissional ou empresa.

APENAS FAÇA
Ideias não executadas não têm valor! Simplesmente faça, comece, inicie o processo – ainda que ele seja ajustado ao longo do caminho. Planejar é bom, mas pensar demais atrapalha muito.

Make Your Mark

* Frases {já creditadas} e algumas ideias iniciais do post foram pesquisadas no livro Make Your Mark, sobre empreendedorismo e criação de negócios, com citações e entrevistas de empreendedores inspiradores.

Você é um pequeno empreendedor, profissional liberal ou blogueiro e quer ouvir mais sobre branding e posicionamento de marcas?! Últimas vagas disponíveis para o 6º Workshop AG Branding, que acontece em 16 de junho em São Paulo. Em uma semana e dois dias, 90% das 60 vagas foram preenchidas, um recorde entre todas as turmas! Detalhes sobre programação e inscrições, aqui.


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Transparência no posicionamento: expor ou não os preços

7 de maio de 2015

Caso pessoal: depois de dias de menos horas de sono e mais horas de obrigações {e ansiedade}, depois de uma semana dedicada mais a gerenciar e-mails em quantidade do que a revistas de qualidade, o corpo sentiu e eu acordei pensando em como seria válido eu me presentear e fazer uma massagem relaxante em um spa urbano paulistano nesta tarde. Resolvi visitar os sites de três que eu já conhecia ao menos de nome. Um deles se diferenciava de todos os outros: logo na home principal trazia o cardápio de serviços e pacotes bem definidos. Com preços. Tudo à vista de quem quer saber se aquele menu cabe no orçamento, tudo claro para quem gosta de medir a relação custo-benefício, tudo à mostra de um jeito que nos poupa de telefonemas.

O tal site tinha, inclusive, a opção de adquirir os tratamentos ali mesmo, em esquema e-commerce. Prática, telefonefóbica e ansiosa que sou, preciso dizer que ver esse oásis em forma de homepage me fez imediatamente fechar todas as outras janelinhas concorrentes do navegador? Tomei minha decisão não exatamente escolhendo a opção mais barata, mais famosa, mais próxima. Talvez nem mesmo a melhor. Fiz a escolha baseada na praticidade de não ter que adivinhar, perguntar, fazer contato antes de fechar um serviço. O lugar ganhou uma nova cliente e, se oferecer um bom serviço, terá grandes chances de ganhar também fidelidade e recomendação. Apenas porque não tratou a exposição de seus preços como um “mistério de Fátima”, tal e qual infinitas empresas seguem fazendo em seus sites e redes sociais.

day spa

A transparência na exposição dos preços é recorrente tema de debates em meus workshops. Minha pergunta de volta às perguntas sobre esta transparência é “por que não?”. Até hoje não consegui um motivo que traga mais perdas do que ganhos na decisão de deixar valores à mostra em todos os lugares que puder, poupando possíveis clientes de bancarem os adivinhos e evitando a fuga daqueles que acham que não teriam verba, mas na verdade têm – e que, de posse da informação clara, poderão claramente se converter em venda.

O mistério em torno de valores poderia fazer sentido no século passado, mas em 2015, época em que todos vivemos ansiosos e com pressa, é apenas uma forma de perder oportunidades.

Motivos comuns usados por marcas para a não-exibição de preços em sites e redes sociais:
* O preço exposto pode afugentar o cliente
veredito: se ele não puder/quiser pagar seu produto, não é porque você tem o e-mail ou telefone dele que ele vai mudar de ideia. Salvo raras exceções, o novo consumidor não quer estabelecer relações nem muito menos ser insistentemente incomodado apenas porque levantou um desejo pontual.
* Meu concorrente terá acesso a meus valores
veredito: se seu concorrente quiser saber seu preço, ele será o PRIMEIRO a ter acesso a essa informação
* Incentivando o envio dos contatos, posso estabelecer relações com o futuro cliente
veredito: o consumidor não quer fazer amigos, apenas comprar o que deseja e pode adquirir
* Exclusividade: quero manter meu produto como algo luxuoso e exclusivo
veredito: a exclusividade se comunica de mil outras formas – uma delas não incluindo produtos em redes sociais nem oferecendo a opção de compra online (pense em Céline, que não é vendida nem nos e-commerces das luxuosas lojas de departamento que oferecem a marca apenas em lojas físicas). Mostrar o produto na internet e esconder apenas o preço é incoerente, não uma estratégia de exclusividade.

exceções*? Sempre, para tudo e em tudo. Mas posso garantir que levando em conta o comportamento do consumidor atual, há MUITO mais vantagens do que desvantagens.
joias e itens muito caros: para estes, facilite criando, por exemplo, um envio de newsletters periódicas com catálogos que tragam os preços. E torne simples o processo para que interessados assinem tal newsletter
* serviços com preços variáveis: uma palestra, uma consultoria, um serviço de design e arquitetura têm valores que dependem de infinitos fatores. Eles justificam a necessidade de um briefing inicial. Mas tente deixar minimamente clara a variação de preços.

Expor preços de produtos e serviços com valores fixos, por que não?!


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Para empreendedores: pot-pourri tag Amo-Branding

9 de março de 2015

Semana passada alcancei uma marca de 170 participantes em quatro turmas de meus workshops de branding (169, para ser 100% fiel aos números exatos!). E quanto mais falo e escrevo sobre este assunto, mais me convenço de que é meu grande objetivo profissional democratizar esta palavra, levando os conceitos – e a importância – da criação e fortalecimento de marca para novos empreendedores e profissionais liberais. Quanto mais marcas começarem suas trajetórias {ou ajustarem no caminho, claro!} com o foco certo em um propósito e em um real diferencial, mais sucesso terá o empreendedorismo no Brasil – o que garante frutos para todo o país no fim das contas! Se você quer começar a entender mais sobre o tema ou apenas relembrar alguns dos posts que mais curti escrever, o pot-pourri desta semana é sob medida para isso…

pot pourri amo branding

O branding de Coco Chanel: como uma das mulheres mais icônicas da moda ‘falava’ de branding no século passado! 

O que não é branding: porque antes de entender o conceito real, é sempre bom ficar atento aos mal-entendidos – algo comum a toda palavrinha que entra na moda!

Por que você deve se importar com branding: não importa se você é apenas uma pessoa física, se tem ou não desejo de empreender. O branding comunica atributos de todas as maneiras, então é melhor estarmos atentos.

Por que um item de luxo faz sucesso: uma explicação didática das estratégias de branding que estão por trás das peças mais caras – e desejadas – do planeta!

Uma aula de branding online: empresas que usam as mídias sociais a favor do branding de suas marcas

O que é o tal do rebrand: o importantíssimo processo de recomeçar de maneira correta e estratégica o posicionamento de sua marca.

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