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A hora certa para começar a trabalhar seu branding

20 de abril de 2017

“Eu vou começar a trabalhar meu posicionamento de imagem de marca quando…”, você pensa sozinho, antes de completar com alguma destas frases abaixo…

(A) “…quando tiver acesso a aqueeeele designer para fazer o layout do meu blog.”
(B) “…quando eu refizer todo o meu armário, com todos aqueles looks que representam a marca que desejo comunicar.”
(C) “…quando puder investir naquele profissional de estética que vai resolver esse defeitinho que me incomoda tanto.”
(D) “…quando eu conseguir participar do programa Rebranding Pessoal na Prática da AG Branding (!!!).”

feito é melhor do que perfeito
imagem relógio via Shutterstock

Reconheceu algum raciocínio que você normalmente usa para justificar o adiamento das ações de branding? Se identificou com alguma dessas auto-desculpas? Pois é, é isso que elas são, desculpas. Desculpas que te impedem de começar a caminhada rumo a sua melhor versão pessoal! Identificar e reposicionar sua imagem de marca depende apenas de disposição e disciplina. A resposta para todas estas crenças limitantes citadas acima é a mesma: “feito é melhor do que perfeito”. Claro que deve-se sempre buscar a excelência, mas tome cuidado para não usar o perfeccionismo como o bloqueio para o próximo passo.

Mude a chavinha do cérebro para o modo “solução imediata” e comece hoje, onde você está, com o que você tem. O layout do site pode, sim, usar um template gratuito no estilo “menos é mais”; o armário pode ganhar cara nova se você pega um punhado de referências e brinca de montar looks diferentes com o que já tem; conteúdo AG Branding tem aos montes aqui no blog e no instagram @amobranding, tudo num formato que te ajuda a colocar sozinho a mão na massa. Busque o que dá para fazer agora – não, nem amanhã nem semana que vem, agora, imediatamente. Além disso mudar o padrão do hábito de adiar, você já entra no único ritmo aceitável para quem pensa em branding: constante e eterno. Posicionar marca pessoal é trabalho para a vida inteira. E por isso tem que começar já!


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Para marcas e produtores de conteúdo: por que você precisa de um programa de afiliados!

23 de fevereiro de 2017

Algumas práticas digitais ainda são extremamente sub-aproveitadas no Brasil. É o caso da newsletter, por aqui tão ligada ainda a uma mera prática de spam, e o caso dos programas de afiliados. Uma explicação breve e didática sobre eles: trata-se de uma espécie de plataforma que une influenciadores e empresas, de modo que a cada venda é gerada uma comissão percentual a ser paga a quem recomendou aquele produto ou serviço. Ou seja, você linka em seu blog um determinado livro, por exemplo, e a cada exemplar comprado por meio daquele link da sua recomendação receberá um valor x. Simples e um verdadeiro ganha-ganha, já que a empresa ganha ajuda na divulgação e o influenciador ganha um estímulo para compartilhar suas dicas espontâneas. Note como ninguém sai perdendo, já que ação e consequência é que ditam o valor a ser pago. Nos Estados Unidos, vale pontuar, tem muito blogueiro de nicho (com audiências nada estratosféricas!) ganhando valores que chegam a cinco e até seis dígitos mensais. Sim, dígitos em dólar.

programa de afiliados
imagem carrinho de moedas via Shutterstock

A edição de março da Vogue inglesa traz uma matéria sobre influenciadoras de moda que aponta este formato como um destaque comercial para todas elas. O texto (veja na imagem abaixo) explica como surgiu o RewardStyle, programa pioneiro na área e usado pelas principais blogueiras: Amber Venz Box trabalhava como personal stylist e tinha parte de seu faturamento proveniente de comissões nas compras de suas clientes quando resolveu lançar um blog para compartilhar as dicas. O que ela não previra é que o blog canibalizaria seus ganhos, já que as clientes encontravam ali as dicas e fechavam as vendas logo em seguida, online mesmo. Sem passar pelas lojas físicas, o processo de comissão não era registrado. Foi quando ela teve a ideia de levar para o digital o mesmo raciocínio dos percentuais pagos por recomendação. Bingo!

influenciadoras vogue inglesa
imagem reprodução Vogue UK | março/2017

Seja você um produtor de conteúdo, o programa de afiliados deve ser fortemente considerado como uma fonte passiva de renda – ele apenas gerará comissões em cima de conteúdo que você compartilharia de qualquer maneira e o seu resultado é que determinará seu faturamento. Acaba, assim, a chance do ROI negativo, que é quando o investimento de uma empresa em seu blog não dá retorno ao contratante – o que acaba sendo também prejudicial para sua marca pessoal. Mas se você é uma marca de produtos e/ou serviços, saiba que aderir a este formato é indispensável para sua comunicação, divulgação e até mesmo posicionamento. Empresas que estão preparadas para este atual universo digital largam na frente e recompensar quem pode servir de porta-voz de seu negócio faz com que ele tenha cada vez mais alcance de qualidade.


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A aula de branding das marcas de luxo na moda

16 de fevereiro de 2017

Pouco importa se o seu negócio é uma grande empresa, uma pequena lanchonete ou uma profissão liberal, as estratégias das marcas de luxo do mercado de moda podem te inspirar muito. Fortes exemplos de construção de identidade, elas precisam justificar os altos preços cobrados se distanciando ao máximo do conceito de commodity (a ideia é que você deseje a marca X e não a funcionalidade do produto vendido por ela). A grande chave para esta diferenciação? Prestação de serviço.

Mesmo para quem vende apenas produtos, é o serviço que fala mais alto. É o serviço que consegue agregar valor que não tem preço. É o serviço que torna único mesmo aquilo que todo mundo faz. Aquela espécie de aura mágica que justifica itens vendidos – e até disputados – por muitas cifras se baseia em cuidado, em atendimento e em criatividade.

Eis seis comportamentos das marcas de luxo que podem inspirar ações do seu negócio…

aula de branding das marcas de luxo
imagem Rodeo Drive via Shutterstock

HUMANIZE COM PERSONAGENS INSPIRADORES
O aspiracional tem perdido força e a loja que intimida não é mais uma atitude inteligente (sim, já foi no passado). Mas, ainda assim, o ser humano precisa de ícones para se espelhar. Buscar estas representantes é estratégia comum na moda, que usa celebridades, it girls e formadoras de opinião para vestirem suas peças e despertarem desejo de clientes.

FOQUE NO ATENDIMENTO IMPECÁVEL
Ultra-personalizado. Assim é o atendimento nas marcas de luxo, que por meio de eventos, lançamentos fechados e mimos para clientes fiéis faz com que todas se sintam especiais. Da forma e na escala que puder, busque oferecer este cuidado a quem consome seus produtos. Muitas vezes não é necessário nada revolucionário: uma resposta rápida já faz parte desta ideia.

CONHEÇA {DE VERDADE} SEU CLIENTE
Nos anos 90, a Daslu era um verdadeiro case de branding e sucesso na moda brasileira. A marca foi pioneira em ter programas de computador que registravam em um banco de dados todos os pedidos feitos. Com isso, se mapeava o perfil de compras de cada um, o que possibilita ações de marketing de relacionamento. Saiba para quem você vende e o que este comprador prioriza, gosta, valoriza.

BUSQUE OFERECER A EXPERIÊNCIA COMPLETA
Ainda sobre a Daslu dos anos 90: a loja era uma espécie de ponto de encontro, no qual as pessoas se encontravam, conversavam, tomavam um café e até… compravam! Ainda que hoje as pessoas tenham outra velocidade e que as compras online sejam uma realidade muito mais comum, é possível pensar na experiência de compra como um todo. E isso inclui fazer o cliente se sentir bem e à vontade, seja em um espaço físico ou na navegação no site.

AHHH, A GENTILEZA!
Fiéis compradoras recebem cartões de agradecimento, presentes no aniversário (presente mesmo! desconto não entra nesta exemplo, já que ele também pode ser visto como uma chamada para “gastar 90%”!) e convites especiais. Este trabalho corpo-a-corpo prestigia quem te prestigia – e quem não gosta de se sentir especial?!

O ESTOQUE IDEAL
Claro que este conceito não se aplicará exatamente a todos os mercados ou modelos de negócio, mas marcas de luxo costumam ter grande variedade e quantidade reduzida por peças. Além de garantir mais exclusividade a quem consome, a estratégia estimula novas visitas e novas compras. Aí, vale lembrar da aplicação da Lei de Pareto, o princípio 80/20: 80% de seu faturamento virá de 20% de seus clientes.


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