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Pessoas, negócios, blogs: tudo pode (e deve!) ser marca

12 de setembro de 2017

Peço licença para usar um exemplo pessoal para explicar a ideia que dá título a este post. Antes de ser meu trabalho (bem, bem antes!) branding era uma paixão, um encantamento particular, que começou ainda no fim dos anos 90, durante a faculdade de Administração de Empresas. E essa paixão foi fundamental nos resultados profissionais que tive – instintiva ou estrategicamente, mais provavelmente num mix meio a meio de ambas, eu fiz dos conceitos de posicionamento de marca uma bússola para cada etapa que vivi nos últimos vinte anos.

Pense Marca

Desde o meu primeiro emprego, nas áreas de finanças & exportações de uma estilista carioca, até a minha carreira em sites e revistas de moda e comportamento, entendi que tinha uma marca pessoal a construir. Ainda que tenha trabalhado para arrobas poderosas em seus mercados naqueles momentos, sempre, sempre contruí na paralela um posicionamento para meu nome, a única certeza que estaria comigo para o resto da vida. Com a internet esse processo se tornou mais fácil e automático, claro, mas antes mesmo das redes sociais esse já era um dever de casa diário.

E por falar em internet… foi inteiramente como hobby que coloquei no ar em 2007 o blog de moda ItGirls.com.br. Àquela altura, blogs não eram negócios, fontes de renda nem mesmo mídias exatamente relevantes. Seriam, no máximo, ferramentas de branding pessoal (o que já é bastante coisa!). Pois já no princípio, quando ninguém tinha grandes pretensões nem sabia onde isso daria, pensei na minha url-recreio como um pequena marca. O It foi possivelmente um dos primeiros a batizar linhas de produtos com sua logo – colares e camisetas – e a dar origem a um livro com seu nome. E embora eu o tivesse de forma despretensiosa, não, nada disso foi casual! Colocava a favor do que eu tinha os mesmos conceitos de branding que já usara na minha carreira e nas empresas para as quais trabalhei.

Por fim, chego ao projeto AG Branding, que se tornou realidade em 2014, com a proposta de dar um ar mais drmocrático e vida real às estratégias de posicionamento de imagem – sempre tão engessadas em um nada-atraente marketês. Apoiada basicamente na produção de conteúdo, a marca teve um crescimento gradativo, orgânico e natural, que possibilitou lotar mais de 30 turmas de workshops, cursos e palestras em seus primeiros três anos de vida.

Todo este depoimento explica por que defendo que tudo pode e deve ser uma marca: sua vida profissional, seu blog, seu pequeno negócio. Branding é o que vai te diferenciar das infinitas opções que o seu mercado já oferece; branding é o que vai comunicar sua proposta aos clientes em potencial; branding é o que vai fazer seu público (re)conhecer, escolher, confiar no que você vende. Pense marca. Em tudo que você fizer. Pense em padrões, pense em cuidado, pense em formatos. O resultado é garantido.

Pense Marca é também o tema do primeiro encontro Amo Branding, que acontece no dia 28 de setembro em São Paulo, em única apresentação prevista. Na programação, os essenciais da marca forte, cases inspiradores e a importância do autoconhecimento no processo de construção de imagem, em um papo voltado principalmente para profissionais liberais, blogueiros e EUpreendedores (donos de pequenos negócios). Para ver todos os detalhes, acesse este link. Para garantir uma das últimas vagas disponíveis, inscreva-se na caixinha abaixo. Nos vemos dia 28!


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Sua marca em versão “faça você mesmo” – cinco ótimos aliados!

20 de abril de 2017

Desde que a marca AmoBranding foi criada, em 2014, o objetivo é único e claro: fazer com que qualquer pessoa tenha acesso a estratégias de branding, assim no modo “faça você mesmo”. Claro que contar com ajuda profissional é excelente, claro que uma consultoria pode abreviar tempo e esforços, mas nem todo mundo tem condições de investir quando começa um negócio – e/ou quando entende que deve enxergar a si próprio como uma marca. Em cada post do blog e do insta, você consegue encontrar alguma referência que te leve sem escalar para a ação. E é exatamente esse o intuito!

Pois bem, a questão da identidade visual é um dos pontos de partida da comunicação de marca. E também um dos campos nos quais as pessoas mais pecam e perdem valiosos pontos na percepção do possível cliente. Se puder investir em fotógrafo e designer, saiba que esses profissionais estão entre os melhores amigos do posicionamento, mas, se não for o momento para esta verba, leia este post e veja que há um plano B.

branding faça você mesmo
imagem computador via Shutterstock

1º passo) Fotos com qualidade: clique e trate
Uma boa foto é uma boa foto! Claro que não dá para comparar o efeito que o equipamento – e a técnica – profissional oferece, mas hoje em dia até os bons celulares conseguem atender a expectativa. Tenha em mente que vai precisar contar com duas frentes de apoio: uma boa luz natural (minimiza bastante a questão da falta de equipamentos de luz etc) e um aplicativo básico de tratamento. Existem infinitos e cada um tem lá seu ponto forte, mas para optar por um fique com o Snapseed. Use exclusivamente as configurações de “Tune Image” (que traz os ajustes principais, brilho e contraste) e “White Balance” (que mexe na temperatura da imagem). O app é super intuitivo e apenas estas duas ações deixam sua foto belíssima!

2º passo) Design para principiantes
Nesta categoria entram as montagens que você vai precisar para postar no Facebook, a frase bonita para o seu instagram, o convite para o seu lançamento e até mesmo o layout do seu cartão de visitas. Se o Photoshop sempre foi um bicho de sete cabeças para você, migre já para o Canva. O site tem uma maneira fácil e intuitiva de preparar todo tipo de material gráfico. O melhor: quase todas as funções são gratuitas, você só precisa pagar se desejar uma imagem ou ilustração fora do cardápio básico – ou se necessitar de uma resolução muito maior para impressão. Por lá, você ainda consegue salvar em diferentes extensões de arquivo, o que facilita quando for preciso enviar algo para imprimir em gráfica. Já para aquelas montagens digitais do dia a dia, baixe no celular o Diptic (montagens básicas diversas) e o WordSwag (para fazer imagens com frases em fontes e formatos criativos e variados, super completo).

3º passo) Material inicial de marca
Cartão de visitas, convites, flyers de divulgação e até alguns brindes personalizados, como lápis e caderninhos: não existe custo-benefício igual ao da Printi. O padrão de gráfica digital permite que um usuário comum faça tudo sozinho, do envio do arquivo à configuração da peça. O preço? Imbatível! Descobri na internet depois que uma gráfica me cobrou R$ 2.000 para fazer meu cartão de visita, com a explicação de que ele usava um “formato caro” e eu consegui produzir a mesma coisa pagando algo em torno de R$ 100! Apenas um adendo: faça com atenção suas configurações, pois o sistema é bem voltado para o esquema “faça você mesmo” – se a tecnologia é nota dez, o atendimento leva um seis e olhe lá, é bem limitado e sem disposição para sair do sistema para atender qualquer necessidade*.
(*caso pessoal para explicar a crítica: na configuração de um convite, marquei por engano um extra de acabamento que não havia. O sistema não aceitou a alteração e foi preciso cancelar o pedido e refazer, o que acarretou custo extra para manter o mesmo prazo de entrega, mesmo com poucas horas entre uma coisa e outra. Ao telefone, o atendimento foi pouco simpático. Ainda assim, sigo cliente fiel e recomendo, pois o preço é imbatível e a qualidade do produto é super ok.)

p.s. Snapseed, Canva, Diptic, WordSwag e Printi: os cinco são testados, habitualmente usados e aprovados por mim! 😉


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A hora certa para começar a trabalhar seu branding

20 de abril de 2017

“Eu vou começar a trabalhar meu posicionamento de imagem de marca quando…”, você pensa sozinho, antes de completar com alguma destas frases abaixo…

(A) “…quando tiver acesso a aqueeeele designer para fazer o layout do meu blog.”
(B) “…quando eu refizer todo o meu armário, com todos aqueles looks que representam a marca que desejo comunicar.”
(C) “…quando puder investir naquele profissional de estética que vai resolver esse defeitinho que me incomoda tanto.”
(D) “…quando eu conseguir participar do programa Rebranding Pessoal na Prática da AG Branding (!!!).”

feito é melhor do que perfeito
imagem relógio via Shutterstock

Reconheceu algum raciocínio que você normalmente usa para justificar o adiamento das ações de branding? Se identificou com alguma dessas auto-desculpas? Pois é, é isso que elas são, desculpas. Desculpas que te impedem de começar a caminhada rumo a sua melhor versão pessoal! Identificar e reposicionar sua imagem de marca depende apenas de disposição e disciplina. A resposta para todas estas crenças limitantes citadas acima é a mesma: “feito é melhor do que perfeito”. Claro que deve-se sempre buscar a excelência, mas tome cuidado para não usar o perfeccionismo como o bloqueio para o próximo passo.

Mude a chavinha do cérebro para o modo “solução imediata” e comece hoje, onde você está, com o que você tem. O layout do site pode, sim, usar um template gratuito no estilo “menos é mais”; o armário pode ganhar cara nova se você pega um punhado de referências e brinca de montar looks diferentes com o que já tem; conteúdo AG Branding tem aos montes aqui no blog e no instagram @amobranding, tudo num formato que te ajuda a colocar sozinho a mão na massa. Busque o que dá para fazer agora – não, nem amanhã nem semana que vem, agora, imediatamente. Além disso mudar o padrão do hábito de adiar, você já entra no único ritmo aceitável para quem pensa em branding: constante e eterno. Posicionar marca pessoal é trabalho para a vida inteira. E por isso tem que começar já!


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